segunda-feira, 4 de abril de 2011

Colapso Económico, Fome e Miséria Programadas e Iminentes.

Demora um pouquito a ver, mas vai fazer-vos pensar no que nos está a acontecer a todos. Não podemos engolir tudo o que nos dizem, claro. Mas vale a pena pensar nos assuntos abordados neste vídeo e questionar tudo o que nos vai acontecendo.
Durante muitos anos pensei que os bancos eram inquestionavelmente sérios. Hoje tenho algumas dúvidas, talvez muitas mesmo! Os acontecimentos dos últimos anos deixaram-nos de boca aberta perante o inconcebível. Mas a realidade teima em ultrapassar a ficção.
Oxalá que Portugal, tantas vezes mencionado no vídeo, possa ter Futuro!



domingo, 3 de abril de 2011

Reformas na Suiça com máximo de 1700€ + Investimento pessoal, obrigatório, em PPR



A ser verdade o conteúdo da reportagem, torna-se mais evidente a razão que leva a Segurança Social da Suiça a ser sustentável. Eu vi esta reportagem, por acaso, na TV. O conteúdo merece a reflexão séria de todos nós e custa-me compreender como ela foi tão silenciada e/ou esquecida. Os pricípios enunciados parecem-me lógicos, até prova em contrário. Alguém me quer convencer? Sou a favor da cópia de boas práticas e princípios. Só assim faz sentido a Aldeia Global em que vivemos. Não podemos começar por aqui?
Vejam bem a parte final, para perceberem onde está a diferença! Os PPR são obrigatórios e, aí sim, quem mais desconta mais ganha. As reformas não são, por isso, iguais. Nem ninguém imaginaria que fossem. Mas são, deste modo, muito mais justas. Há o básico para todos, garantido pelo Estado (os tais 1700 Euros). Depois, via PPR, há as poupanças ou investimentos individuais, como lhe queiram chamar, a fazer a diferença.
O que não parece poder continuar no futuro de todos nós é uns a ganharem várias reformas de montantes enormes, muitas das quais ganhas em curtos períodos de tempo, outras ganhas sem sequer se marcar presença no serviço mas tendo efectuado os descontos (sabe-se lá com que moral e baseado em que principios de justiça), enquanto outros ganham misérias que nem para sobreviver dá, apesar de vidas inteiras de trabalho árduo ao serviço de todos.
Um Portugal mais justo e solidário terá que repensar, também, este assunto.